sábado, abril 25

Ashton Kutcher Facts

. sábado, abril 25
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Em Abril, Ashton Kutcher alcançou mais de 1 milhão de seguidores no Twitter. O cara é fenômeno nas redes sociais. E ainda pega a Demi Moore...

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sexta-feira, abril 24

Moderno e Instantâneo - Poema

. sexta-feira, abril 24
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Enfim, vamos seguir nossas vidinhas?
Você achando que canta, daí...
Eu achando que toco guitarra daqui...
Um suposto bom-de-cama e uma eterna santa
Uma medalhinha
E um coração de cartolina bem vagabundos.
Em suma: - Nada!
Em nada: - Suma!

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quinta-feira, abril 23

Aos Vinte e Dois Dias de Abril...

. quinta-feira, abril 23
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Hoje... aliás... ontem, foi o dia em que se comemorou a descoberta do Brasil. Vinte e dois de abril, 22/04. Há quinhentos e poucos anos vieram, desnorteados, os donos-do-mar - direto do quintal da europa - parar aqui, nesta terra bizarra. Nativos inteligentes pagavam meio quilo de ouro por uma porcaria de pente. É... fico feliz em saber que a ingenuidade, a ignorância e a inércia herdada dos nossos antepassados portugueses e índios, enfim se desvaneceu e não faz mais parte da personalidade do brasileiro(?!)


"Amo muito tudo isso" - Rede de fast-food que não põe um tostão furado neste blog

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Princípio da Vulnerabilidade do Legislativo

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A Impresa cobriu toda confusão acerca da restrição das viagens dos companheiros do Legislativo. No entanto, ao final da noite, o Senador Papaléo Paes (PSDB-AP), quase um filósofo, soltou a pérola: "Eu não estou em um emprego, eu estou temporariamente chamado pela nação para representar o meu Estado e o Estado tem que dar todas as condições para o parlamentar para que ele não se envolva em corrupção"


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Nepotismo Cruzado

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Conhecida no Senado como 'funcionária fantasma', a filha do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardozo, vulgo FHC, declarou à Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, que o Senado é uma bagunça e que prefere trabalhar em casa. "Trabalho mais em casa, na casa do senador. Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando. Você já entrou no gabinete do senador? Cabe não, meu filho! É um trem mínimo e a bagunça, eterna. Trabalham lá milhões de pessoas. Mas se o senador ligar agora e falar 'vem aqui', eu vou lá.", disse Luciana Cardozo, funcionária do 'gabinete' do Senador Heráclito Fortes (DEM-PI).


Dedicado a Mônica Bergamo

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terça-feira, abril 21

Yes, We Can... I Guess (Parte 2)

. terça-feira, abril 21
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Já que o Anjo tocou no assunto Obama, resolvi postar sobre a pequena participação de Luís Inácio Lula da Silva, vulgo Presidente da República, em South Park. Ele aparece ao lado de Nicolas Sarkozy e Gordon Brown. Quem quiser conferir, acesse o site de South Park e assista ao episódio "Pinewood Derby".
Abraços

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Yes, We Can... I Guess

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O capitalismo como conhecemos hoje, é, fundamentalmente, norte-americano.


Tantas propriedades, regalias, geringonças, mulheres dentre as quais queremos e podemos conquistar graças ao consumismo e, até, à globalização, são - sem dúvida - o principal chamariz capitalista, do mundo do "onde querer é poder, basta se esforçar" ainda que as situações para que isso ocorra sejam bem desfavoráveis.

Infelizmente, a mesma humanidade que criou o sistema matemático-financeiro, as integrais impróprias e a nanotecnologia, não se dedicou tanto em evoluir na viabilização um ideal político entre consumo e consciência, entre o capitalismo e o socialismo, que não fosse tão desigual para alguns, nem gerasse pobreza igual para todos (adaptado de Churchill).

É sabido que a nação estadunidense está distante de viver esta evolução. O mesmo vale para as relações humanas em geral, por lá. Os vários TV shows e séries satirizadoras desse lifestyle regado a racismo, individualismo, consumo (de hambúrguer) compulsivo, entre outros valores ridículos, mostram isso claramente - Vide The Simpsons (que é, por ironia, uma das líderes de audiência e de vendas em geral no seu país).

Entretanto, a sensata eleição de Barack Obama parece mostrar, pelo menos nos seus eleitores, uma propriedade, digamos, resiliente. Mesmo com um sistema de contagem de votos bem peculiar, a derrota de Mc Cain na disputa presidencial americana foi semelhante à de Gabeira, na corrida pela prefeitura carioca. Foi ali, voto a voto... (Só que John não arranjou um cabo eleitoral como Sérgio Cabral).

Mesmo assim, devemos considerar que muitos votantes deixaram o medo e o racismo de lado. Estão de parabéns! Analisaram bem os candidatos e fizeram uma escolha louvável: entregar o comando do país, tão ferido pelos terroristas - e até mesmo pela sua própria população - a um afro-americano que, do alto de sua simpatia e esperteza, poderá socializar, articular e ajudar a resolver as questões mais importantes que afligem os E.U.A.

Porém há alguns tópicos a esclarecer. Eu usei a expressão "resiliente", acima, de coração. O fato é que Obama e sua equipe lançaram mão de marketing pesado. Algumas táticas são parecidas com a campanha comercial do Snickers. Se Barack for bom para os Estados Unidos como Snickers é bom para a sua saúde, não sei não... Tudo bem, tudo bem... isso foi mais uma provocação do que uma crítica válida. O que me aflige é a inevitável dúvida, se uma população que escolhe seu líder pelo nível de marketing e carisma, será capaz de cobrar atitudes dele em situações extremas.

Por favor, não parem de ler. Eu votaria nele com gosto e achei fundamental a sua eleição. Entendam que meu problema não é com ele, mas sim com a população que o elegeu. Obama mereceu ser eleito, mas a maioria de seus votos foram desesperados, espasmódicos. Também, depois de 2 mandatos de George Walker "Shoe" Bush...

Chegou a hora de, quem era contra Bush, e não contra os americanos, aceitar os Estados Unidos. A simpatia de Obama vai integrar os países, as tribos, e quem não gostar dele, meu amigo... vai ficar muito mal visto, ou até poderá não ser visto nunca mais. Vale lembrar que, o peso que o marketing (viral ou não) teve na conscientização do eleitorado, e consequentemente, na sua chegada ao poder, é proporcional à expectativa criada em torno do ocorrido.

Mas... e se ele falhar? O novo líder não é nenhum Superman, e a tendência é de que o quadro americano só piore. Em qual sentimento, então, se tornará tal esperança em um líder negro inédito, se o povo é tradicionalmente racista e segregado? Uma população novamente frustrada e ainda racista pode se tornar ainda mais preconceituosa e o pior: manipulável. Lembrem que a Al Qaeda é uma tremenda estraga-prazeres. Se ela cismar de atacar esse ponto fraco e conseguir, como de costume... Prefiro nem pensar.

Como ele vai fazer para alcançar a tal "mudança na qual podemos acreditar", sem eliminar alguns vícios do capitalismo, nem retirar as tropas dos jovens recrutas que morrem em vão aos lotes, eu não sei. Meu medo é que Barack Hussein Obama não passe de mais uma modinha, um capricho gringo, uma marca rentável... um modelo fotográfico. Tanto dejà vu...

Todavia, creio que por enquanto, com Obama, os americanos estão bem, seu país tem um futuro promissor, desde que todos mantenham os olhos bem abertos e mudem alguns outros valores. Voltando ao Brasil, especialmente ao Rio - Nós, cariocas de Paes, estamos fud.. (ops!) desgraçados. Deixe estar... se o cara lá de cima quiser, tudo vai dar certo! Para todos.


P.S: Informe às minorias: Essa história de que o sucessor de Bush é representante de vocês, vai de encontro com a teoria política fundamental: Se eleito, defenda os interesses da maioria dos seus votantes, sem esquecer (óbvio, dãã) dos patrocinadores da campanha. Sinto muito. Sniff...



Abraços e bom feriadão "pingado"!


Anjo provocou Obama só por ele ter perfis em várias redes sociais, exceto no orkut. Obama... Bjo-me-liga! ;)

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segunda-feira, abril 20

Behind The Scene - "O Impostor"

. segunda-feira, abril 20
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Faço um alerta para quem leia este artigo. É somente a opinião de um personagem. Leia-se: Horatio Caine. Atenção!
Ontem, assisti um dos melhores quadros do Pânico da TV: "O Impostor". Fico imaginando o mesmo quadro no CQC. Porém, no CQC tudo ficaria óbvio. Realmente passar pela segurança do Stalone e do Max do BBB é bem complicado. No entanto, vejo uma peculiaridade: as intervenções ocorreram em território nacional, e para ser mais específico, no Rio de Janeiro. O "Pânico" é um dos programas mais vistos e revistos por aqui, e por isso a cara do nosso agente secreto já é familiar. Passar por seguranças de shopping, hotel no Rio é fácil. Não precisa ser ator para tal. Duvido "O Impostor" entrar na final do SuperBowl, por ex., sem ingresso e sem credencial. A logística é fatal, e infelizmente o Brasil ainda não é um profissional na questão. "O Impostor" é um quadro bem legal, mas nosso bravo Emílio deve considerar um grand finale rapidamente, ou a idoneidade do programa ficará à prova.
Abraços

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Estamos de volta!

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O blog ficou parado, mas retornamos e gostaríamos de bombar nossos índices de novo. Colaborem, comentem... Estamos abertos (opa!) a sugestões.
Abraços

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